Nas
últimas semanas algumas praias de cidades vizinhas registraram a ocorrência de
águas-vivas. A presença desses organismos em Balneário Camboriú varia a cada
ano e nesta temporada ainda não foi detectada nenhuma espécie. Especialistas da
Secretaria do Meio Ambiente (Semam) fiscalizam e estão atentos a possíveis
surgimentos de águas-vivas nas praias da cidade e orientam os banhistas para
que possam se prevenir, em caso de aparecimento das mesmas. O vento e as
correntes marítimas também favorecem o aparecimento da espécie.
Não
existe uma praia específica ou preferida para essas espécies, todo o litoral de
Santa Catarina pode ter águas-vivas. Elas são formadas por um tapete de
águas-vivas menores, com aproximadamente um centímetro de diâmetro. Esta
quantidade e tamanho sugerem a reprodução da espécie, em evidência no verão.
A maior preocupação em relação às águas-vivas é com as crianças. O formato,
semelhante ao de um balão de ar, faz despertar a curiosidade das crianças, que
acabam querendo tocar o organismo ou pegar elas na mão. A espécie é formada
mais de 95% por água, o que a torna praticamente invisível no mar.
-
Em contato com a pele, as águas-vivas causam linhas avermelhadas ou
arredondadas, que provocam uma dor ardida.
- Ao contrário do que muitos imaginam a
água-viva não queima, e sim envenena
- Em casos mais graves, o contato com a
água-viva pode causar náuseas, pressão baixa e dor de cabeça
Se tiver contato, a pessoa deve lavar o local
atingido com água do mar gelada
Fazer banho de vinagre. Isso inativa as
toxinas e alivia a ardência
- Nos casos graves ou quando ardência for
intensa demais, a orientação é procurar um médico
O que evitar:
- Usar água doce para lavar a área do corpo
atingida ativa ainda mais as toxinas que causam o envenenamento
- Não esfregar areia no local atingido
Nenhum comentário:
Postar um comentário