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segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Secretaria do Meio Ambiente de Balneário orienta sobre as águas vivas

Nas últimas semanas algumas praias de cidades vizinhas registraram a ocorrência de águas-vivas. A presença desses organismos em Balneário Camboriú varia a cada ano e nesta temporada ainda não foi detectada nenhuma espécie. Especialistas da Secretaria do Meio Ambiente (Semam) fiscalizam e estão atentos a possíveis surgimentos de águas-vivas nas praias da cidade e orientam os banhistas para que possam se prevenir, em caso de aparecimento das mesmas. O vento e as correntes marítimas também favorecem o aparecimento da espécie.
Não existe uma praia específica ou preferida para essas espécies, todo o litoral de Santa Catarina pode ter águas-vivas. Elas são formadas por um tapete de águas-vivas menores, com aproximadamente um centímetro de diâmetro. Esta quantidade e tamanho sugerem a reprodução da espécie, em evidência no verão.
A maior preocupação em relação às águas-vivas é com as crianças. O formato, semelhante ao de um balão de ar, faz despertar a curiosidade das crianças, que acabam querendo tocar o organismo ou pegar elas na mão. A espécie é formada mais de 95% por água, o que a torna praticamente invisível no mar.
- Em contato com a pele, as águas-vivas causam linhas avermelhadas ou arredondadas, que provocam uma dor ardida.
 - Ao contrário do que muitos imaginam a água-viva não queima, e sim envenena
 - Em casos mais graves, o contato com a água-viva pode causar náuseas, pressão baixa e dor de cabeça
 Se tiver contato, a pessoa deve lavar o local atingido com água do mar gelada
 Fazer banho de vinagre. Isso inativa as toxinas e alivia a ardência
 - Nos casos graves ou quando ardência for intensa demais, a orientação é procurar um médico
  O que evitar:
 - Usar água doce para lavar a área do corpo atingida ativa ainda mais as toxinas que causam o envenenamento

 - Não esfregar areia no local atingido

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